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Conheça o

professor

Sobre o Prof. Tiggemann

Sou Profissional de Educação Física [Registro Profissional CREF 000863-G/RS], formado pelo Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/1992-95), especialização em Atividade Física e Saúde (UNISC/1999-2000), mestrado (2006-07) e doutorado (2010-13) pelo Programa de Pós Graduação em Ciência do Movimento Humano (UFRGS; orientador prof Dr. Luiz Fernando Martins Kruel), especialização em Atividade Física e Saúde (UNISC;1999/2000). Atualmente sou professor do Curso de Educação Física da Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES, Lajeado/RS; desde 2012) e professor no Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG, Caxias do Sul/RS; desde 2010), mantendo vínculo como pesquisador do Grupo de Pesquisas em Atividade Aquáticas e Terrestres (GPAT/UFRGS). Sou membro do Núcleo Docente Efetivo no curso de Educação Física e membro do Comitê de Ética em Pesquisa, além de participar como colunista no Jornal Certel.

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+ de 80 artigos

publicados

Já atuei com a Educação Física como professor da rede pública e privada de ensino (1996-2011), fui estagiário, sócio e proprietário de academia de musculação e ginástica (1995-2008), treinador de iniciação ao voleibol da Escolinha Juventus de Teutônia (1994-2003), fui professor do Programa de Reeducação Alimentar Peso Leve/CERTEL (2003-15). Já atuei como coordenador do Curso de Educação Física (2019-20) e do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Univates (2017-19), tendo orientado e sendo membro de bancas de estudantes de graduação, mestrado e doutorado, possuindo mais de 70 artigos publicados. Atualmente, ainda atuo como divulgador científico pelo canal do youtube "Prof Tiggemann" (desde 2020).

...Acompanhar as Olimpíadas de 2016 foi a experiência esportiva mais marcante da minha vida.

Sou um apaixonado pelo esporte e atividade física, sendo que já participei em várias provas de ciclismo de longa distância (Audax 200 km, volta de Florianópolis, aventura à Garopaba), rústicas e meia maratonas (Rio de Janeiro, Três Fronteiras, Meia do Descobrimento, Meia de Porto Alegre e Florianópolis, Travessia Torres-Tramandaí, São Silvestre, outras), praticante de voleibol e campeão da temporada Vôlei Verão dos Veteranos 2022-23. Acompanhar as Olimpíadas do Rio/2016 foi a experiência esportiva mais marcante da minha vida. Pescar, tomar cerveja, fazer mágicas, olhar filmes, acompanhar eventos esportivos, ler bons livros e estar entre amigos são meus hobbies. Nascido em 1974, residente na cidade de Teutônia/RS, sou casado há mais de 20 anos e tenho dois filhos (Yuri e Sofia), sendo minha família a razão de tudo.

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Dissertação de Mestrado

Comportamento da percepção de esforço em diferentes cargas de exercícios de força em adultos sedentários, ativos e treinados

Tese doutorado

Comparação entre métodos de determinação da carga e de velocidade de execução do treinamento de força nas adaptações neuromusculares e no desempenho de capacidades funcionais em mulheres idosas : ensaio clínico randomizado

Acompanhe minhas reflexões [sempre aos sábados]

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Tá faltando tempo
Desde que não prejudique ninguém, você pode conduzir a própria vida como achar melhor. O tempo é seu, as escolhas também. Porém, cada decisão implica renúncias. Quando direcionamos grande parte da energia para um único aspecto da vida — como impulsionar a carreira, por necessidade financeira ou realização pessoal — as 24 horas do dia parecem insuficientes. Essa opção exige abrir mão de outras áreas importantes.
De repente, já não há tempo para cuidar de si: praticar exercícios físicos, preparar uma comida diferente, ler um livro, fazer um curso ou manter os exames preventivos em dia. Também não sobra tempo para cuidar da casa, arrumar cada espaço do jeito que você realmente gosta, organizar o pátio ou a cozinha; e, mesmo pedindo que outros membros da família façam do “jeito certo”, dificilmente fica como imaginado. Falta tempo para a família: sentar e conversar, tomar um chimarrão, jogar alguma coisa, assistir a um filme, fazer um passeio ou simplesmente não fazer nada juntos. Falta tempo para os amigos: aquele jantar bagunçado, as risadas boas, a possibilidade de estar de ressaca no dia seguinte, ou até uma viagem improvisada. E falta tempo para estar ao lado — de fato, corpo e mente — da pessoa que você ama: fazer um carinho, escutar e ser escutado, estar presente no momento mais íntimo, pegar na mão e dizer “pode contar comigo”. Se não for pela falta de tempo, é o cansaço que nos leva.
Acredito que o equilíbrio seja fundamental para sentir-se bem. Não significa permanecer equilibrado o tempo inteiro, mas reconhecer quando estamos pendendo demais para um lado e ter a coragem de retornar ao outro, até reencontrar o centro. Excesso não faz bem; escassez também não. E há algo importante: nossas escolhas não afetam apenas nós mesmos. Em algum momento, as pessoas que aguardam pela sua presença podem simplesmente cansar de esperar.

Coluna Digital - Prof. Tiggemann [20/12/25]

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